Boa tarde amigas e amigos,
Sei que esse assunto é pra la de polêmico, então polemicando só mais um pouquinho...
Vou falar um pouquinho da famigerada queda dos seios e a amamentação..então é assim mesmo?
Amamentou caiu??Boas novas a amamentação não é a vilã nesse tenebroso processo.
Segundo os especialistas os agravantes são: A hereditariedade, a obesidade, cigarro, efeito sanfona e por ai vai.A gravidade não perdoa com o tempo não somente o seio vai cair...infelizmente.

Bem no caso das mulheres gravidas elas acabam sendo acometidas da flacidez nos seios pelo fato de ganharem peso nas mamas e mais tarde perder o mesmo obviamente.
Um estudo americano diz que de 132 mulheres que procuraram por cirurgia para aumentar e subir os seios, apenas cerca da metade já havia amamentado uma criança por 9 meses em média.
Além disso os pesquisadores não encontraram diferenças no grau de  flacidez entre os dois grupos de mulheres.
Para ficar mais fácil, o seio é composto por duas partes uma de glândulas e a outar de gordura.
Essas são presas por centenas de pedaços de tecidos, responsáveis pela sustentação do seio, é como se fosse um sutiã interno.
Então cabe a cada mulher dar uma forcinha para esse suposto sutiã interno, observando cada agravante e dentro do possível cuidando do seu próprio peso e pele.
No caso da pele o cigarro seria o agravante, pois ele enruga e retira a elasticidade do tecido.
Os hormônios também influenciam, no caso o estrogênio, que uma vez diminuído no organismo dará a pele uma aparência mais flácida, pois esse hormônio mantem os dutos e as glândulas dos seios mais cheios quando esses dutos perdem sua função a aparência dos seios será vazia ressaltando a flacidez.
Usar o sutiã adequado, fazer exercícios, e manter o peso são as palavras de ordem, já quanto a hereditariedade não se pode fazer muita coisa, mas observar esses fatores já ajuda.
Bom deixar de amamentar NUNCA, pois mesmo que estivesse na nossa lista de agravantes, nós sabemos dos benefícios que a amamentação traz para os bebes.
Então numa conta rápida, benefícios para o bebe vezes prejuízo para a mãe da : NÃO COMPENSA DEIXAR DE AMAMENTAR.
Bom gente é isso fiquem com Deus e amamentar sempre, sem medo...sem culpa.
Sua humilde informante Andreia Telles


Quando um bebezinho está a caminho é tudo de bom...é uma inundação de sentimentos e pensamentos...e os planos então...ah...são tantas coisas para se fazer em 9 meses.
Mas quando você já tem um pequeno em casa o pensamento é só um..." como será que ele vai reagir?"E dependendo da idade da criança a situação se complica ainda mais.
Mas uma coisa é certa duas coisas ocuparão seu coração durante essa fase e para o resto da vida...o amor e a culpa.
Mesmo que seja uma gravidez planejada, quando você estiver no olho do furacão, e acredite você vai passar por lá, o primeiro sentimento que vai te subir no coração é a culpa.
Mas fique calma se você é mãe a culpa já faz parte da sua vida.
Mas a gente aprende a lidar com ela...pensamentos repentinos do tipo, "porque eu não esperei mais um pouquinho? Ou será que vou amar igual?? vêm a nossa mente, e não ha nada que você possa fazer quanto a isso, mas como eu disse são repentinos e igualmente passageiros.
Com o passar do tempo a insegurança dará lugar a uma confiança incrível e uma disposição invejável.Você começa a pensar positivo e mentaliza que fará tudo e qualquer coisa para que nem um de seus filhos seja prejudicado.
essa situação pode ser um tanto perturbadora, mas no final ela só nos amadurece.
Para dar um pouquinho de paz ao coração, pense como a longo prazo você está beneficiando seu filho.Ele terá uma bela companhia...alguém para fazer as coisas juntos, para brincar e fazer, compartilhar os momentos e trocar confidencias.
E se você não é filho único sabe exatamente do que estou falando.
O amor entre irmão é um sentimento muito forte...e você é quem vai fazer esse amor despertar e ajudar a crescer.
Situações em que a culpa se agigantará, aparecerão...como por exemplo quando você se internar  na maternidade e ficar longe do seu grande amor...e não estou falando do maridão rs...ao chegar da maternidade ou cada vez que for amamentar.
Quando chegar da maternidade, procure não forçar nada, como por exemplo ao invés de dizer "dê um beijo no seu irmãozinho", diga você  gostaria de beijá-lo?
Se o pequeno disser que não respeite a decisão dele.
Pequenas atitudes podem ter uma grande influência no comportamento do mais velho.
Acima de tudo tenha muita paciência, nos momentos de demonstração de ciume podem haver momentos bem estressantes...mas muita calma nessa hora, respire fundo e tente não estourar com o mias velho, mesmo que isso pareça o certo a fazer.
A unica coisa que você não deve tolerar é agressão ao bebe...de resto companheira força na peruca e faça vistas grossas para uma porção de coisinhas.
Quando o bicho pegar, mude o foco do pequeno rapidamente , chame atenção para uma coisa que ele gosta, ou faça planos com ele...fale de algo que vocês vão fazer juntos.
Enfim não perca as estribeiras por que depois a culpa, a maior vilã dessa historia
irá te espezinhar o coração.
Bem enfim, seja positiva...o otimismo muda tudo..e o coração fica mais leve.
Tente rir mais da situação e não leve tudo muito a sério...somente o necessário para tomar decisões importantes.
Sua humilde informante Andreia Teles

Boa noite meninas e meninos.
Quando eu estava gravida sempre ouvi as mulheres mais velhas ou que já tinham tido filhos dizer, "você vai sentir muita falta da sua barriga"....e eu cansada daquele peso todo, pensava com meus botões..."ta bom que vou"
Mas essa semana eu li algo curioso que quero compartilhar com vocês.
Essa tal saudade existe mesmo...mas o fato é que ela tem mais que ver com fatores psicológicos e físico como eu imaginava.
Tudo começa na infância...quando somos crianças achamos que o mundo gira ao nosso redor, e muitas vezes até bem crescidinhos cobramos muito ainda de nossos pais, principalmente da mãe, por achar que eles têm obrigação de nos assessorar em tudo..."mãe onde está minha camisa azul", "mãe faz um lanche pra mim"...isso lhe soa familiar??
Você não está entendendo nada né.... calma que já vou desenrolar.
Bom, logo no começo da infância a gente toma o conhecimento de que vamos ter que nos virar sozinhos e que mamãe e papai não são propriedades nossas.
Acaba que isso vira uma cicatriz emocional, diz a psicóloga Flavia Fernandes, da clinica gestante (RJ).
Quando ficamos grávidas voltamos a ter um monte de cuidados e paparico das pessoas a nossa volta,
principalmente marido e mãe.
Até em supermercados, bancos onde quer que nós vamos temos preferência, tudo por causa da nossa condição e do barrigão de fazer dó.
E todo esse acolhimento nos leva novamente aquela sensação de conforto e proteção da infância.
Existe também o outro lado, a perda da barriga representa o começo da maternidade e portanto novos desafios...e essa angustia pode ser confundida com saudade.
A psicologa acrescenta que é uma arte ir a extremos tão distantes e  depois voltar ao centro.
Por isso a experiencia da maternidade amadurece as mulheres.
Sua humilde informante Andreia Teles

Estava tudo planejado para ser um parto normal.

Era o que eu mais queria para mim e para minha bebê, já que eu conheci os benefícios do parto normal na minha primeira gestação.
E claro que pelo SUS os médicos queriam isso mais do que eu.
Mas em fim depois de quatro horas de tentativas doloridas e desesperadas para que minha pequena viesse ao mundo de parto normal, os médicos decidiram por uma cesárea...quando perguntei ao medico se estava tudo bem com minha filha ele disse: "Vamos esperar para ver..." Foi ai que percebi a seriedade da situação.
Quando li o laudo da minha cesárea, encontrei o termo "DCP"
Logo descobri o significado, desproporção cefalopélvica.
Ou seja, quando a cabeça do bebê é grande demais em relação à abertura que a mãe consegue. Mas esse diagnóstico só pode ser feito depois que todo o processo de dilatação se completa, os 10 centímetros, nunca antes.
Na rede existe uma longa discussão sobre o assunto, e opiniões divididas sobre o mesmo.
Bom infelizmente a gente tem que pagar pra ver.
Mas sei que nesse caso a cesariana pode salvar vidas, assim como foi com a minha pequena que já passava por sofrimento fetal.
Andreia Teles

Postagens populares